pá, não sei. Podemos almoçar juntos, tipo uma pizza daquelas de 1€, compradas no pingo doce, mas que feitas pelo teu forno quase que ficam parecidas com as da telepizza. Pelo menos estaladiças ficam. Não quero é ter de saltar pela janela do teu qu, confesso). Ou então podemos ir lanchar. Compramos fiambre, queijo e chourição na tua mercearia preferida, uma coca-cola p'ra mim, um compal (daqueles que não prestam mas tu gostas) p'ra ti, e depois seguimos p'ro Modelo (o da Quinta do Conde é tão mais melhor bom) p'ra comprar pão do bom, a 1,20€ o saco. Lanchamos no meio de um mato qualquer (de preferência com construtores civis ao lado), eu faço-me a ti e tu rejeitas-me, ok? Adoro ser rejeitada por ti. Quase que faço aquela cara de enjoada de que tu gostas tanto.
Ou podemos ir jantar. Vamos ao macdonalds do centro comercial mais próximo (já fui mais vezes ao Mac desde que te conheci do que na vida toda), compramos os nossos menus e, como sempre, tu acabas de comer mais rápido que eu e por isso roubas-me batatas fritas e imploras p'ra que te dê o resto da minha bebida. Pelo meio ainda apanhamos com uma corrente de ar fresquinha, que te mete todo lixado do nariz, e te faz ser ainda mais comichoso do que já és.
Um dia assim era o êxtase. Juro que me apaixonava. Mas não. Nunca fazemos nada disto. E eu queria tanto... Faz /clear na minha conversa. Aliás, mas que conversa é esta? :D Ganha tino! Onde? Na língua.
Agora a sério: achas que dá p'ra ir dar uma volta contigo, sóce, pute, MC? Era do sbem! Iamos ter com os pescadores, à lota e o carai, porque sentir o cheirinho do peixe é mesmo bom, dama!
Sim. Agora sim, de forma oficial, podes dizer-me que fiquei maluca. É verdade. Eu estou maluca. Tipo, a paixão faz-me dizer maluqueiras...